terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Jantar
E já foi... e correu bem. Foi aquele jantar que começou acanhado, aos pouco foi-se conhecendo melhor as pessoas, com momentos iniciais de olhar para o tecto, para algum lado que nao sabia qual... mas no fim, a conversa já estava a fluir... venha mais.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Tempo ou a falta dele
E porque estamos quase a terminar mais um ano e porque me identifico com cada palavra, aqui fica um texto que fala sobre o tempo ou a falta dele, um mal que me queixo à anos, aquele sensação que ele corre à nossa frente, um mal consciente e presente, que tento corrigir, mas na maioria das vezes em vão... vou ter que mudar de estratégia, mas como!? se eu soube-se...
"Nascemos, vivemos e morremos. É ponto assente. Volto sempre a uma frase que me disseram um dia, há anos: life is hard and then you die. Realmente ninguém disse que seria fácil nem tão pouco nos preparou para algumas adversidades inerentes a esta correria que é a nossa Vida. Existimos, sobrevivemos, lutamos e vamos vivendo. O tempo passa e não nos apercebemos como ele não passa simplesmente. Ele corre. E nós vamos andando. E o tempo correndo.
É uma corrida injusta, desumana. Não há descanso, nem paragens. O tempo, esse não pára. Não. Corremos contra um relógio, que insiste em só andar para a frente. Nunca para trás. Nunca.
Vivemos, trabalhamos e morremos. Assim é que é. Enjaulamo-nos num emprego ou em muitos, para ganhar dinheiro, para podermos ter uma vida melhor. Será? Fica a sensação que perdemos a vida a tentar ganhá-la. Corremos de um sítio para o outro, sempre atrasados e com pressa para chegar…onde? E quando paramos? Aproveitamos o tempo? Os dias passam a voar, e assim as semanas, os meses e os anos. E nós eternas vítimas de um molestador imparável que nos inflige o maior mal de todos, o tempo. E com ele a pressa.
Com a pressa, esquecemos os pequenos detalhes do dia-a-dia que, apesar de rotineiros, são singulares. Com a pressa, esquecemos que cada dia que passa é mais um que vivemos, menos um que nos resta. Com a pressa, esquecemos que só vivemos uma vez. Com a pressa, não disfrutamos, usufruímos. Com a pressa, esquecemos o que realmente importa.
Tomamos consciência da passagem do tempo através dos “alguéns” da nossa vida. Os que já foram, os que se mantêm e aqueles que ainda hão-de vir. As pessoas. O tempo passa, corre até, e as pessoas da nossa vida resistem-lhe. Persistem. E isso é um bom sinal. Mudam-se os tempos, mas afinal não se mudam as vontades.
Os amigos. A família que escolhemos e, o tempo que lhe disponibilizamos. Os momentos, as conversas, as partilhas e as experiências. Tudo. Os amigos, são tudo. Não são muitos, nem são poucos. Suficientes. Presentes na vida há tempo suficiente para se dizer que são pessoas da nossa vida. É isto! O tempo corre e elas ficam. Os anos passam e elas não vão embora. Acompanham. Partilham. Existem para nós, sem pressas. Amigos, com e sem tempo. Amigos."
"Nascemos, vivemos e morremos. É ponto assente. Volto sempre a uma frase que me disseram um dia, há anos: life is hard and then you die. Realmente ninguém disse que seria fácil nem tão pouco nos preparou para algumas adversidades inerentes a esta correria que é a nossa Vida. Existimos, sobrevivemos, lutamos e vamos vivendo. O tempo passa e não nos apercebemos como ele não passa simplesmente. Ele corre. E nós vamos andando. E o tempo correndo.
É uma corrida injusta, desumana. Não há descanso, nem paragens. O tempo, esse não pára. Não. Corremos contra um relógio, que insiste em só andar para a frente. Nunca para trás. Nunca.
Vivemos, trabalhamos e morremos. Assim é que é. Enjaulamo-nos num emprego ou em muitos, para ganhar dinheiro, para podermos ter uma vida melhor. Será? Fica a sensação que perdemos a vida a tentar ganhá-la. Corremos de um sítio para o outro, sempre atrasados e com pressa para chegar…onde? E quando paramos? Aproveitamos o tempo? Os dias passam a voar, e assim as semanas, os meses e os anos. E nós eternas vítimas de um molestador imparável que nos inflige o maior mal de todos, o tempo. E com ele a pressa.
Com a pressa, esquecemos os pequenos detalhes do dia-a-dia que, apesar de rotineiros, são singulares. Com a pressa, esquecemos que cada dia que passa é mais um que vivemos, menos um que nos resta. Com a pressa, esquecemos que só vivemos uma vez. Com a pressa, não disfrutamos, usufruímos. Com a pressa, esquecemos o que realmente importa.
Tomamos consciência da passagem do tempo através dos “alguéns” da nossa vida. Os que já foram, os que se mantêm e aqueles que ainda hão-de vir. As pessoas. O tempo passa, corre até, e as pessoas da nossa vida resistem-lhe. Persistem. E isso é um bom sinal. Mudam-se os tempos, mas afinal não se mudam as vontades.
Os amigos. A família que escolhemos e, o tempo que lhe disponibilizamos. Os momentos, as conversas, as partilhas e as experiências. Tudo. Os amigos, são tudo. Não são muitos, nem são poucos. Suficientes. Presentes na vida há tempo suficiente para se dizer que são pessoas da nossa vida. É isto! O tempo corre e elas ficam. Os anos passam e elas não vão embora. Acompanham. Partilham. Existem para nós, sem pressas. Amigos, com e sem tempo. Amigos."
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Faltam 8 dias
E faltam 8 dias, para a próxima segunda feira... onde estarei, como terá corrido?! Nao sei porquê mas começo a estar nervosa e nao me perguntem porquê? Talves porque me falte a confiança necessária, talvez porque "sim", talvez porque nao vá a um jantar destes à seculos... mas estou contente, seja o que Deus quiser... como diz o outro "Inspira, respira mas nao pira."
Made in Capazes: Só nos sentimos tristes quando não estamos no caminho certo.
domingo, 18 de dezembro de 2016
Domingo...
E o Natal esta ai à porta... por isso e porque hoje só vou trabalhar mais logo, vim cá desejar a todas as alminhas que por aqui andam um Excelente Natal...
sábado, 17 de dezembro de 2016
Aquele momento de pseudo felicidade/espanto
Quando ligas o telemóvel que está desligada à mais de uma semana, porque nao precisas dele, porque simplesmente ninguém vai entra em contacto contigo pela aquela via... E reparas que tens uma mensagem de algum que pensavas que já nem lembrava de ti, a desejar te um feliz natal, de uma maneira "personalizada"... É aquele breve momento de contentamento...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Li por ai
Li por ai e gostei, especialmente da ultima parte:
"No fundo, como te dizia no começo destas linhas que já vão longas (os velhos têm esta mania de falar demais, de contar demais, de saberem demais, mas ninguém quer saber dos velhos até que chega a velho e aí são os outros que não querem saber de quem não quer saber dos velhos, mas eu não me incomodo, a lei da vida é também a lei da morte, fiquei a saber há muito), quando leres estas palavras provavelmente já terei morrido. Mas tu não. Tenta fazer disso uma vantagem."
"No fundo, como te dizia no começo destas linhas que já vão longas (os velhos têm esta mania de falar demais, de contar demais, de saberem demais, mas ninguém quer saber dos velhos até que chega a velho e aí são os outros que não querem saber de quem não quer saber dos velhos, mas eu não me incomodo, a lei da vida é também a lei da morte, fiquei a saber há muito), quando leres estas palavras provavelmente já terei morrido. Mas tu não. Tenta fazer disso uma vantagem."
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Loucura
Andas a fazer falta, sabias?! Não sei por onde andas, nao sei nada de ti... Continuas a invadir os meus sonhos naqueles instantes antes de adormecer...Sou louca o suficiente para te amar, a ti que mal te conheço, a minha mente tem dom de te desenhar... Sou louca o suficiente para te procurar diariamente nos rostos que se cruzam comigo... tento em cada olhar encontrar-te, ainda tenho a esperança de descobrir-te por detrás de algum rosto... No dia em que deixar de ser louca, morrerei... A loucura que me carateriza só eu a conheço, é uma loucura sã, é o que me faz levantar todos os dias, é a loucura que me dá a coragem e a força porque de sábios e de loucos todos temos um pouco...
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