domingo, 30 de outubro de 2016

Made in: Capazes

E como hoje é Sábado e à textos que gosto...

"Hoje, voltámos para os braços um do outro. Não foi preciso sentir os teus lábios nos meus, para que isso acontecesse. Também não fizemos amor. E, mesmo assim, hoje, voltámos para os braços um do outro. Trazias contigo aquele sorriso de menino, emprestado a um corpo de homem. Tal e qual o dia em que te conheci.
No dia em que te conheci, os astros deviam estar a conspirar a meu favor porque, quando te vi, mais parecia um alinhamento de estrelas, que se organizaram para te iluminar o caminho até mim. Quis o destino que, nesse dia, nos cruzássemos por intermédio de um amigo comum. O ambiente era propício ao convívio e à boa disposição. O período de férias é, quase sempre, guardado para violarmos, propositadamente, as regras que nos são impostas — e que nos impomos a nós também —, durante um ano inteiro. Não escolhemos o relógio como parceiro de viagem, fazemos questão de rasgar o plano alimentar saudável e substituímos os saltos altos pelas havaianas. Em período de férias permitimo-nos quase tudo. O que é proibido, outrora, passa a ser obrigatório nestes escassos dias a que chamamos de férias.
Quis o destino que, nesse dia, eu contasse com mais um convidado para jantar. Vestias um sorriso de menino — que nunca mais tiraste —, com pesponto de homem. Ficavam-te tão bem essas vestes. Não me restou outra solução, senão tirar-te as medidas. Alinhavei-te os contornos do corpo e decorei, de imediato, a textura da tua alma.
Eras feito à minha medida, caramba!
Foste desconhecido durante 5 segundos. No máximo. Depois disso, tive a certeza de que te conhecia desde sempre. Mesmo sem nunca te ter visto. Davas vida a qualquer história que narrasses. Eu fui leitora, assídua, de cada uma delas. Embrenhei-me nos teus enredos, vesti a pele das tuas personagens e aplaudi, em silêncio, os finais felizes de todas as tuas aventuras. Quando tive, novamente, um rasgo de lucidez, tinham passado mais de 5 horas desde que começámos a conversar.
— Não foram só 5 minutos? Eu ia jurar que sim.
Olhei à minha volta, e todas as pessoas que tinham composto a mesa do jantar, nesse dia, já tinham recolhido aos seus aposentos. Todos, exceto eu e tu.
— A sério que não passaram só 5 minutos, desde que chegaste?
Voltei a olhar para o relógio. Era de madrugada. Era tão tarde para regressares a casa. E era tão cedo para te ires já embora. Ofereci-te os aposentos para descansares o corpo. Sim, o corpo. Porque a alma estaria, com certeza, demasiado inquieta para conseguir descansar. Aceitaste. Ainda fumámos mais 2 ou 3 cigarros, antes de recolhermos. Caramba! Conhecia-te há pouco mais de 5 horas. Como era possível custar-me tanto deixar-te ir? Encaminhei-te até ao quarto. Pedi-te que ficasses à vontade. Saí, apressadamente, para apagar as luzes e fechar a casa. Só queria deitar-me na cama e ficar ali. A digerir tudo o que acabara de acontecer. Que, não sendo nada, tinha sido tanto!
— Se não tiveres sono, podes vir fazer-me companhia.
— Tens a certeza?
— Sim. Tenho. — Disseste!
Foram estas as palavras trocadas — e que guardarei para sempre —, quando passei junto à porta do quarto onde te encontravas. Não me permiti pensar muito. Deixei o receio à porta e entrei. Entrei porque precisava, urgentemente, de te amar. Precisava de vestir o teu toque e de despir a tua alma. E assim foi! Naquela madrugada, selámos, sem palavras, um amor para sempre.
Deveria ter regressado a Lisboa, na manhã seguinte. Só regressei 2 dias depois. E desde esse dia — há mais de 8 anos —, que é assim. Sem promessas, sem condições, sem restrições. Nunca chegámos a ter aquilo a que chamam de relacionamento. Nunca fomos namorados. Nem nunca fomos amantes. Fomos apenas um do outro. E, quando isso chega, nada mais há para exigir. Já tivemos pessoas nas nossas vidas que vieram para ficar. E não ficaram. Já vivemos amores e já chorámos desamores. Já achei que estávamos destinados a ficar juntos e já tive a certeza de que nunca iríamos partilhar uma vida a dois. Já te quis avidamente e já te desejei da forma mais serena que é possível desejar.
Neste momento, apenas te desejo bem. Aquele desejo de bem-querer, que vai para além da exigência física. Aquele bem-querer, que sacrifica a carne em prol da paz da alma. Porque há amores assim. Que existem para satisfazer a alma e não o corpo. Que existem para dar sentido à noção de pertencer, sem possuir.
Hoje, voltámos para os braços um do outro.
Mesmo que, desta vez, tenhamos apenas tomado um café — no intervalo das tuas duas reuniões —, sei que fizemos amor com a mesma urgência de há 8 anos atrás. Mesmo que tenha parecido apenas um café, sei que voltámos para os braços um do outro, como naquela madrugada. E sei-o, porque…
Há amores assim!"

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Sobre viagens

"...é a melhor escola da vida. Em cada viagem, muda algo cá dentro."

Made in: algures num comentário no shiuuu






Saudade, muita... mas acredito que nesta vida nada acontece por acaso, estou convicta disto, um dia tudo fará sentido, tudo vem no tempo certo, mesmo quando nao percebemos, mas nao te esqueças, não é valido deitar a sombra da bananeira... luta sempre mesmo quando nada acontece.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Made in: Capazes

Uma lição de vida para a vida:

"Tinha a cara bolachuda e cheia de sardas. Gordinha e desengonçada, era gozada por todos. O cabelo era tão rebelde que diziam que aquela cor era da fúria de o tentar domar. E para piorar o cenário, os dentes tomavam conta da boca, parecendo querer fugir daquele rosto que se delineava desagradável.
Ninguém gostava dela. Era a Gorda. Aquela que ninguém repara a não ser para achincalhar e deitar abaixo. Não sabiam o nome dela mas todos a conheciam. Não a convidavam nem para os jogos e muito menos para os trabalhos de grupo, por isso ela era imposta pelos professores a grupos que não a queriam.
Chorava sozinha, muito, durante a noite, na solidão do seu quarto, confidenciando-se à almofada. Nem ela a ouvia. Era uma infeliz que se vitimizava cada vez mais. Chorava, adormecia, acordava e voltava ao seu suplício todos os dias. Todos e todos e ainda mais outros que se sucediam, durante muito tempo.
Uma noite não chorou. Sentou-se na cama e pensou que não podia continuar a viver daquela maneira. Tinha que mudar, tomar uma atitude, melhorar a sua vida e moldar o seu destino. Não! Ela sabia que aquele era o último dia em que a atingiam, que a humilhavam e que a tratavam como lixo.
Como é complicado andar na escola e ter de enfrentar hordas de arruaceiros sempre dispostos e prontos a saquearem a nossa alma, a violarem a nossa auto-estima e a pilharem a nossa vida. Os actos mostram quem os pratica e ela sabia que tudo iria mudar.
Colocou uma carapaça de indiferença, usou a sua roupa de simpatia e boa educação e mostrou-se em todo o seu esplendor. Cumprimentava delicadamente todos, mesmo quando a maltratavam. Eram brutos com ela e ela agradecia a atenção dispensada. Atiravam-lhe borrachas e ela devolvia-as dizendo que não eram sua pertença.
Tornou-se uma aluna exemplar. Tinha sempre a matéria estudada e os apontamentos em dia. Fazia resumos que emprestava a quem lhe pedia. O sorriso que, inicialmente, era postiço, começou a ficar verdadeiro e os olhos perceberam que algo se estava a alterar.
Os professores olhavam para ela, admirados com a sua transformação. Sempre muito atenta, muito participativa e com o conhecimento organizado. Era o que se pretendia dela. Estava a florescer num jardim cheio de ervas daninhas.
Começou a ser disputada pelos colegas. Ela fica no meu grupo, não, não, fica no meu. Isso é que era bom, fica no meu! Meninos, então? Porque não a deixam escolher? O ar infeliz e desterrado tinha desaparecido, dando lugar a um semblante simpático e bem disposto.
Perguntavam-lhe como estava, se queria sair com eles, se tinha visto o filme tal ou se tinha planos para o fim-de-semana. O interesse era genuíno e a sua luta tinha dado os frutos necessários.
Olhavam para ela. Viram alguém que nunca tinha reparado. Tanto tempo a exercerem a maldade e a parvoíce tinha-lhes toldado a vista e o bom senso. Era a mesma pessoa ou eles é que tinha mudado?
Aquilo que viam era irreal! A cara era redonda, sim, mas com traços delicados onde as sardas, salpicadas à sorte, lhe davam um ar engraçado e brincalhão. O cabelo era de um ruivo exótico que deslizava em caracóis compridos e teimosos e os dentes tinha encontrado o caminho certo, mostrando-se alinhados e brilhantes.
O corpo estava mais esguio, quase que delineado, e movimentava-se com graciosidade e leveza. Toda ela era a candura que se gostaria de encontrar em qualquer pessoa. Onde é que ela tinha andado aquele tempo todo?
E aquilo que parecia impossível, a mudança da mentalidade, a forma de estar no mundo, naquela escola, aconteceu de modo gradual e inesperado. Foi ela que mudou ou foram os olhos que se afinaram?
Deixou de ser conhecida pela Gorda. Passava a ter identidade própria, a ser ela mesma. Deixou de ser transparente. Nunca mais foi gozada e passou a ser elogiada. Muito. Era uma rapariga, como as outras, adolescente, cheia de incertezas e sonhos, com um futuro que a chamava, atraída pelas tentações e loucuras de quem ainda é muito jovem.
Desculpa ter-te tratado por gorda, desculpas? Perguntavam-lhe muitas vezes. Ela dizia que sim, perdoava tudo. Era a tal mudança que tinha imposto a si, aos outros, à vida que lhe tinha pregado aquela partida no início do ano lectivo.
A história devia ter começado de modo diferente, com o início das aulas e com os colegas a perguntarem Como é que tu te chamas? Eu? Eu sou a Natércia."

domingo, 23 de outubro de 2016

E como é sabado

E como é sabado a noite e andei por ai a navegar, gostei deste das Marias Capazes:

"Decidi ir jantar contigo. Após ter esgotado todas as desculpas daquela semana, não havia como não aceitar o teu convite. Os dez primeiros minutos de um primeiro encontro são, sempre, uma mistura entre o não saberes o que fazer às mãos e a tentativa — na maior parte das vezes, frustrada — de falares, sem parecer que padeces de uma paralisia facial, com repercussões ao nível da fala. Os nossos dez primeiros minutos não foram diferentes. Não me recordo o que disse, que expressões utilizei e tão-pouco me recordo se as mãos fizeram parte do meu corpo.
— Para beber, pode ser uma cerveja preta, por favor!
Sabia que, desta forma, o embaraço inicial de um primeiro encontro ia ser eficazmente combatido. Já há algum tempo que tinha feito um compromisso comigo. Ia ser igual a mim mesma. Sem filtros. Mesmo num primeiro encontro. Portanto, pedir uma cerveja preta fazia todo o sentido. E, a partir desse momento, as cervejas que iam acompanhando o jantar foram pedidas aos pares. Foi com agrado que constatei que a cerveja era também o que acompanhava o teu jantar.
Os primeiros dez minutos foram superados com sucesso enquanto a conversa fluía, entre sorrisos — ainda meio escondidos — mas que se iam fazendo notar. No que reparaste tu, naquele primeiro encontro? Reparaste que desvio muitas vezes o olhar quando me sinto intimidada? Reparaste como tento comer pausadamente para evitar, a todo o custo, que me suje? Reparaste como me atrapalho nas respostas quando me fazes um elogio ou dizes alguma coisa mais atrevida? De ti retive que eras suficientemente polido. Tinhas as maneiras que a maioria das mulheres apreciam.
Depois daquele jantar, decidi que me ia demorar em ti. Decidi que queria ficar ali, a apreciar-te o traço. Decidi que ia conhecer o sabor do teu beijo. Mas, antes de me perder nos teus lábios, proporcionámo-nos mais um jantar, dois cafés e uma saída até às 7h da manhã. Esgotado o protocolo que confirma que: «Depois de três encontros, já pode existir o primeiro beijo», chegara a hora de reclamar, então, o beijo que estava em atraso há, pelo menos, dois encontros. Caramba! E que beijo, homem! Tinha o meu sabor favorito, a intensidade que é exigida num beijo e a sedução que antevia todo um cenário idílico.
Decidi que queria repetir os teus beijos. Decidi que seriam beijos para se fechar os olhos e viajar. Decidi que valia a pena demorar-me em ti. E, entre beijos e sorrisos, chegou a primeira mensagem a pedir-me para ir ter contigo a seguir ao trabalho. Apareceu também o beijo de boa noite, juntando-se o bom dia, ao acordar. Previsivelmente, pouco tempo depois veio também o «tenho saudades tuas». Tornaste-te, numa semana, tudo o que a mulher comum deseja. Em poucos dias, repetiste o quanto gostavas dos meus beijos, desejaste levar-me a todos os restaurantes e sítios que conhecias e mencionaste como os amigos, naqueles dias, tinham passado para plano B. Numa semana tinha passado para o topo do Abecedário.
Ser cortejada alimenta-nos o ego. Ser bem cortejada desperta-nos a alma. E assim decidi que tinha de te conhecer o corpo, para perceber se te podia entregar a alma. Programámos a fuga perfeita. Como dois amantes que antecipam horas de prazer intenso. E, a meio da semana, a seguir ao trabalho, o mundo passou a existir, só ali, naquele quarto de hotel, com música ambiente e luzes que convidavam à intimidade. E intimidade foi a palavra de ordem. Chegara a hora de te tocar o corpo. Despi-me. Despiste-te. Procuraste-me na ponta dos dedos. Desenhaste-me com beijos naquele corpo desnudado prestes a ser saciado. Tocaste-me no corpo. Não me resgataste a alma. E, naquele quarto de hotel, soube-o. Soube que não passaríamos de dois corpos que se cruzaram, que se tiveram e que, ali, iam condenar a sua história. Quando o toque não tira o fôlego, quando a respiração não te falha, quando a pele não grita, sabes instantaneamente que a alma, afinal, não pertence ali, àquele corpo disposto a emprestar-te umas horas de prazer. Tocar um corpo, por fora, não é sinónimo de despir um corpo por dentro.
O corpo pode ser perfeito. O primeiro encontro um sucesso. Um beijo pode saber a mel e o mundo pode estar aos teus pés. Mas, quando um corpo não despe a alma, quando o toque não te arrepia a pele, permanecerás nua por fora, mas estarás sempre vestida por dentro."

sábado, 22 de outubro de 2016

Sobre a humildade

Foi na faculdade que pela primeira vez uma colega com ar serio me disse que eu era das pessoas mais humildes que ela conhecia... confesso que fiquei a pensar naquilo e nao percebi em que sentido é que ela disse aquilo... hoje deparei-me com este texto que falo sobre isso, e concordo com ele a 100%, alias nele estão princípios que eu trago comigo desde sempre, sei que por vezes nem sempre é fácil pô-los em pratica, e sei quando passamos muito tempo com pessoas diferentes de nós, isso influencia-nos uma vezes de forma positiva outra de forma negativa... vale apena ler.

"Todos nós gostamos de pessoas simples e humildes que não se acham mais do que ninguém. Estas pessoas fogem da humildade falsa do “Eu faço tudo melhor”, do orgulho e do egoísmo desmedido. Elas, melhor do que ninguém, percebem que a arrogância das pessoas com ar de superioridade é tão insuportável quanto desprezível.

Além disso, falar com arrogância e gabar-se com muita frequência geralmente reflete algum tipo de falta, vazio ou insatisfação com a própria vida. É caso para dizer que essas atitudes são próprias de alguém que faz “muito barulho por nada”.

Muitas vezes quanto mais vazio por dentro alguém é, mais barulho faz. Quando vemos uma pessoa falando demais, interrompendo a conversa de todos, sendo precipitada ou violenta, vangloriando-se do que tem, sentindo-se arrogante e diminuindo as outras pessoas, pode ser sinal de alguém vazio. “Diz-me do que te gabas e eu te direi o que te faz falta.”

A humildade é saber silenciar as nossas forças e permitir que os outros as descubram. Ninguém está mais vazio do que aquele que está cheio de si mesmo.

As pessoas simples e humildes são as melhores porque elas não têm necessidade de competir ou de estarem certas. Elas não precisam fingir ou mentir, porque o que são é mostrado nas suas ações, na sua postura e no seu equilíbrio.

Mas há pessoas que, infelizmente, estão tão vazias que se alimentam de se vangloriar e de se gabar, estão tão vazias que procuram desesperadamente aprovação através das suas palavras vazias.

Quando conseguimos algo muito importante para nós mesmos é normal e habitual mostrar orgulho, no entanto, há uma grande diferença entre o orgulho do esforço por ter alcançado um objetivo e a arrogância.

Nada do que possamos conseguir nos faz dignos de louvor ou superiores aos outros. Apenas a bondade e a humildade nos ajudam a elevar-nos e a construir suportes para a nossa própria felicidade"

Verdade

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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Memoria/Saudade

Memoria - o bem mais precioso que temos

Saudade - aquilo que gostávamos que voltasse a acontecer

Podemos perder muita coisa mas a memoria, essa deveria ficar para sempre gravada nos nossos olhos, nos sons, nos sentidos, nos sentimentos... nunca deveria esfumar-se.

O caminho deve ser, tem quer ser, seguir em frente, mas por vezes bate a saudade e o querer viver novamente aquilo, numa tentativa de prolongar o que deixou-se por fazer.

"Somos do tamanho de nossos sonhos"
 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Vamos dançar?

Vamos dançar? Vamos ouvir esta "batida"? Ouve o som e descontrai, vamos bailar até não poder mais... vamos ser livres, esquecer que os outros existem, vamos ser só nós numa dança perfeita, vamos tocar almas, o mundo vai parar, porque tu tens esse poder, e eu vou ser feliz, vou saborear cada instante, vou aprender a caminhar com alguém... tu terás essa capacidade e eu terei loucura suficiente para caminhar contigo... no fim da dança gostava de te conhecer, gostava de te perceber melhor, porque o essencial é invisível aos olhos e a beleza, essa vai muito mais além do que aquela que o espelho reflete, acredita! Sei que vou ter saudade tuas, alias tenho saudades tuas... tenho pena que a conversa tenha ficado a meio, tenho pena da distância ser de algumas centenas de quilómetros, mais ainda bem que assim é, nao complica tanto... A imaginação e a vida são as melhores fontes de inspiração para a mente...

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Festa de aniversario

E pronto ja acabou o dia de hoje... o dia de quê? o dia em que festejamos o meu aniversario, sim passado uma semana mas para todos virem tinha que ser assim... sabem o que gostei realmente deste dia? foi ver o olhos de alegria da minha Mãe, gosto tanto de a ver assim, quando ela está bem todo o resto é secundário... Parte da família vive na capital, portanto ja nao os via à muito tempo... no inicio sinto sempre aquela falta de empatia, falta de à vontade, se assim posso chamar mas foi bom, para o final é que estávamos todo mais divertido. Parece que daqui a um mês vamos estar novamente todos juntos para uma festa de aniversario supressa... Acho que vai se giro, o aniversariante vai adorar. 

sábado, 15 de outubro de 2016

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

E pimbas... esquecemos

Quando temos um blog, mensagens de facebook ou mensagens no telemóvel, fazemos de tudo para que nunca descubram este nosso segredo... vamos sempre ver se realmente a pagina do blog ficou fechada ou se apagamos a mensagem... até que um dia pimbas... esquecemos.

Tinha escrita uma mensagem para algum, alguém que é apenas um conhecido da dita viagem que fiz, repito nao tinha nada de mal mas também nao queria que alguém a lê-se... a tal mensagem, foi escrita em word e nunca mais me lembrei... até que o pc reinicia automaticamente e é o meu querido pai que vai ao pc... logo ao reiniciar tudo, a porcaria do computador amostra a dita mensagens em word...  Ele nao me disse nada que a leu... mas tenho quase a certeza que sim... é aquele sensação que descobriram aquela parte que eu nao queria, porque sei que só vai criar macaquinhos na cabeça dele...

Há dias assim e assado

Cada dia é uma supresa, por vezes má e angustiante, outra vezes tiranos um peso de cima e faz-nos feliz... o que me impressiona é o curto espaço de tempo que ocorre entre um e outro... ontem estava assustadíssima temia o pior, hoje estou aliviada e amanha como estarei?! uma montanha russa que teima em ter picos de altos e baixos...

O que ainda me faz bem, capaz de me manter calma: musica, a minha imaginação, esperança e fé...

 
 
P.S.: o sono já é muito... vi que tinha mensagens... amanha publico... boa noite

domingo, 9 de outubro de 2016

Às vezes...

Às vezes provo-te e adoro-te, chego mesmo a tocar-te, pareces real que até me assustas de tao irreal que és... às vezes parece que o mundo conspira a favor outras parece que nem se lembra de mim... mas eu mesmo assim teimo em te ter, porquê?? porque sou feliz naqueles milésimos de segundo quando o tempo pára e eu nem pestanejo , até que a terra lá gira e eu acordo... até podia dizer que isto tudo é uma treta, e é mas sou tao feliz naqueles instantes. Hoje beije-te, sufocaste me naquele beijo, perdi a respiração... os teus braços envolveram-me, olhei-te e a terra voltou a girar...

sábado, 8 de outubro de 2016

Tão bom

Amanhã nao vou trabalhar yupiiiiii

Vou passear com Mãe, cineminha que em principio vai ser "Os 7 magníficos", fazer umas comprinhas que já nao faço à muito tempo, e descansar, divertir-me e a noite fazer ronha no sofá... tao bommmm :)

Até segunda querido trabalho...

Parabens a mim!!!

27 já ca cantam.

Não há muito a dizer... nada é como imaginado, por isso como alguém me disse um dia "o caminho para a Felicidade é aceitares-te"

Nao faço festa de anos desde os 24, mas a minha Mãe insistiu que queria fazer, e por ela, por sentir que ele está verdadeiramente melhor depois de um ano que começou tao mau, vamos fazer. Por questões "logísticas" vai ser para o outro fim de semana... vai estar a família toda junta :)