quarta-feira, 8 de junho de 2016

Contagem decrescente

Ansiosa para me sentir noutra terra, noutro pais... descobrir o cheiro, o perfumo e o aroma de França e trazer como recordação... quero descobrir novos sabores, dizem que tem uma gastronomia maravilhosa, talvez nao tao boa como a nossa, nao sei... quero ter mil olhos e observar todos os recantos e guardar na caixinha da memorias... e a musica, será que vou ouvir musica francesa?.. quero trazer lembranças para o pai e para a mãe que ficam cá... quero ter os sentidos bem apurados para sentir tudo.

O sonho de conhecer um outro pais é maior do que o medo que tenho... o medo de nao conhecer ninguém, de ir com um grupo completamente desconhecido... mas o desejo de ir é tao grande que nao me importo... certamente irei juntar-me com pessoas com quem tenha mais empatia, e depois vão ser só 3 dias, vai passar num ápice.

Sim, também já pensei nisso... a ameaça de atentados é grande, os jornais falam nisso e confesso que por vezes penso nisso, mas tenho fé que tudo ira correr bem... vou levar um amuleto comigo, algo que num passado recente me/nos protegeu... bem, é ja domingo, talves ainda venha cá dizer mais alguma coisa, até já.

Citações de um texto que adoro, retirado por ai:

Ela tinha decidido que não seria como aquelas pessoas. Olhou para os bilhetes que tinha na mão. A viagem que tinha sempre querido fazer....Não se preocupou em esconder; ela era aquilo tudo, a loucura, a emoção, a tristeza, a alegria e o amor. Partiram e aproveitaram aqueles quinze dias que ele tinha conseguido... .No dia em que tinham de voltar, ele fez a pergunta, com temor na voz: “Estás a morrer? ”E ela respondeu “Não estamos todos? ”Ele percebeu... Ela tinha cumprido, e agora voltava à sua vida normal, longe dos seus delírios estivais, mas cheia de vontade de continuar a ser aquela pessoa nova que sempre tinha sido e agora tinha descoberto... Quis explicar. Quis dizer que estavam todos à espera que algo de especial acontecesse, quando o único que acontecia era a vida, e eles não percebiam. Quis explicar que só tinha finalmente percebido o que era importante, realmente importante, pelo menos para ela: sermos nós. Ir à loucura e voltar. Livres e sem medos, sermos loucos e depois voltar à realidade. Ir à loucura e voltar, porque amanhã o mundo estará igual, à espera. Mas se tivermos sorte, nós sim mudámos, para descobrir algo maravilhoso que nem sabíamos que éramos.

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